A Costa do Marfim, maior produtora mundial de cacau, anunciou uma forte redução no preço pago aos produtores, em uma tentativa de ajustar o mercado interno à rápida queda das cotações internacionais da commodity.
A seca e o cacau voltaram a ser os assuntos prioritários debatidos na reunião ordinária na terça-feira (3) da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
A Fazenda Dengo Origem, localizada em Ilhéus, no sul da Bahia, realiza no próximo sábado, 7 de março, uma edição especial do Dengo Cafe Party em celebração ao Dia Internacional da Mulher.
Os preços internacionais do cacau voltaram a superar o patamar de US$ 3.000 por tonelada no pregão de ontem, recuperando-se das mínimas registradas recentemente, níveis que não eram vistos há quase três anos.
No dia 02 de Março, em Tambaú (SP), Gencau e Coopercitrus oficializaram a assinatura de um Memorando de Entendimento que dá início aos estudos e à validação do cultivo de cacau no Estado de São Paulo.
O governo da Costa do Marfim confirmou que manterá o programa de aquisição de um estoque residual de aproximadamente 100 mil toneladas de cacau, iniciativa criada para reduzir tensões no setor e garantir liquidez aos produtores em um momento de forte volatilidade no mercado internacional.
A Organização Internacional do Cacau (ICCO) revisou para cima sua estimativa de superávit global para a temporada 2024/25, elevando o saldo positivo de 49 mil para 75 mil toneladas.
Após quase dois meses consecutivos de forte desvalorização, o mercado internacional de cacau inicia o novo mês ensaiando um movimento técnico de recuperação.