A falta de chuvas e a elevação das temperaturas, que começaram a afetar a maioria das regiões produtoras de cacau na Costa do Marfim a partir da segunda quinzena de abril, também persistiram durante a primeira semana de maio, segundo reportou a agência Reuters.
O prolongamento das condições climáticas desfavoráveis coloca em dúvida a melhora esperada da qualidade do cacau que deveria ocorrer nos meses finais da safra temporã.
Em notícia separada, a Reuters reportou a preocupação crescente dos cacauicultores de Gana com a falta de chuvas, que poderá frustrar as previsões oficiais do órgão regulador Cocobod de uma produção de 850.000 toneladas na safra 2015/16. Entretanto, a entidade confirmou que a meta será mantida, mas não divulgou dado a respeito dos números atualizados das compras de cacau.
Fontes das empresas do setor estimam que o resultado da safra 2015/16 estará entre 750.000 e 780.000 toneladas. Segundo outras fontes, as estações meteorológicas das regiões produtoras da Costa do Marfim reportaram uma queda de 80% dos níveis de umidade em relação à média normal nos primeiros 10 dias de maio e de mais que a metade desta em Gana. As chuvas também diminuíram na Nigéria, mas não foram fornecidos dados numéricos. Informações TH Consultoria


