Um encontro de confraternização com plantio de uma muda de árvore na Ceplac, local onde alguns integrantes do grupo desenvolveram suas atividades profissionais por longo tempo, foi à forma que a turma de engenheiros agrônomos formados em 1965 na Escola de Agronomia da Bahia em Cruz das Almas escolheram para marcar com simbolismo a passagem dos 51 anos de formados.
O evento aconteceu no último dia 9 de novembro na sede regional da Ceplac, quando os agrônomos, parte deles acompanhados de seus familiares, foram recepcionados no setor de Relações Públicas por dirigentes e colegas de agronomia da Ceplac: Roberto Setubal, Ivan Costa e Milton Conceição, integrantes do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural, e ainda Robério Pacheco e Quintino Araújo do Centro de Pesquisas.
Para marcar o encontro, a turma fez o plantio de uma muda de árvore na área próxima ao setor de Relações Públicas e em seguida visitaram o Centro de Desenvolvimento e Capacitação Tecnológica Agroindustrial (fábrica de chocolate), quando na oportunidade assistiram a uma palestra técnica sobre os trabalhos ali desenvolvidos, feita pelos pesquisadores Neyde Alice Marques e Carlyle Brito Matos.
O agrônomo e pesquisador Robério Pacheco declarou que após as informações repassadas por Roberto Setubal e Ivan Costa, pode perceber a satisfação do grupo em ver a instituição que eles ajudaram a construir continuar trabalhando firme pelo desenvolvimento da economia regional.
“Procuramos mostrar para os colegas as atividades desenvolvidas pela instituição na atualidade demonstrando que ela continua viva e procurando cumprir o seu papel com dignidade, mesmo com as dificuldades financeiras enfrentadas”, observou o agrônomo Ivan Costa.
Um dos organizadores do grupo, o ceplaqueano Ubaldo Santos, salientou que esse reencontro de colegas ganhou ainda mais em importância por ter acontecido na instituição onde ele e alguns colegas da turma, por muito tempo, desenvolveram suas atividades profissionais. Ele aproveitou para abraçar os amigos do setor de Relações Públicas, onde foi dirigente por algum tempo. “Fico muito contente e satisfeito em rever a todos. A Ceplac representa uma dádiva para todos nós que aqui laboramos”.
Segundo ele, foi também uma oportunidade de mostrar a Ceplac para alguns colegas da turma que não a conheceram no seu auge. “Perceber que esta instituição teve um papel fundamental no desenvolvimento da região cacaueira e na mudança de mentalidade dos produtores de cacau. Elogiar seus funcionários pela manutenção de tudo isso, o que fazem galhardamente, com muita dedicação e abnegação”.
Outro ceplaqueano que incentivou o encontro, Lauro Monteiro Sobral, falou com muita emoção do significado do evento e do simbolismo que o local representava para ele e para alguns dos seus colegas. “Foi um reencontro marcante de ex-colegas de turma num local importante para muitos de nós”.
Atualmente no ramo da cacauicultura, Sobral trabalhou por muito tempo na extensão rural da Ceplac quando aposentou-se há 24 anos. “Ajudamos a construir tudo isso que existe, transmitindo ao agricultor conhecimentos e toda a tecnologia que era gerada. Esse trabalho atualmente continua sendo feito por esses baluartes ceplaqueanos”, ressaltou sobral, que finalizou desejando ver a Ceplac revigorada e melhor aproveitada. Fonte: Ceplac


