ELEIÇÃO 2022: ANPC SE POSICIONA SOBRE O PLEITO ELEITORAL E CONVOCA ASSOCIADOS A IREM ÀS URNAS NO DIA 2 DE OUTUBRO

Criada com o objetivo de unir produtores em prol de melhorias para a cadeia produtora do cacau, a ANPC– Associação Nacional dos Produtores de Cacau, definiu sua posição política eleitoral para o pleito que elegerá quem serão os representantes políticos que irão governar o Brasil pelos próximos quatro anos.

“Precisamos formar uma bancada no Congresso, composta por políticos que estejam de fato comprometidos com o cacau brasileiro”, disse Vanuza Barroso, presidente da ANPC, salientando que “o partido político que a associação milita é o do cacau e que, independentemente da sigla que o político carregue em sua legenda, se ele está comprometido com a cacauicultura, terá a atenção dos associados”, concluiu.

A ANPC, desde sua criação (em julho do corrente ano), vem agregando força política, no que tange a temas polêmicos e oportunos para a defesa da cacauicultura. O enfrentamento para a derrubada da Instrução Normativa nº125; a luta pela aprovação integral da PL 4107 que fala da Política Nacional do Cacau; a PL1769 que trata do teor do cacau: os questionamentos sobre a IN1 e o Plano Safra; a batalha para que a ocorra a revitalização da Ceplac; melhorias econômicas e de fiscalização para a exportação e importação do cacau; política de preço mínimo; crédito e assistência técnica foram os temas que já ocuparam a pauta da associação que encontrou respaldo de políticos como os deputados: Lídice da Mata (BA), Zé Neto (BA), Joaquim Passarinho (PA), Domingos Savio ( MG), Lucas Follador (RO), Felipe Rigoni (ES), Raimundo Costa (BA), Leur Lomanto Jr. (BA), Evair de Mello (ES), e de senadores Angelo Coronel (BA), Zequinha Marinho (PA), que sinalizam comprometimento perante as bandeiras propostas.

Porém a ANPC entende que o atual número de deputados e senadores empenhados em pautar o cacau em seus mandatos legislativos ainda não é suficiente para que políticas públicas eficazes possam ser levantadas em plenário. “Queremos ressaltar que precisamos de mais deputados e senadores levantando a bandeira do cacau dentro do Congresso, para que a bancada seja apresentada, e que os projetos que sejam protocolados não passem de meros documentos engavetados. Neste pleito a Bahia, o Espírito Santo, o Pará, o Amazonas, o Mato Grosso, Rondônia, Ceará, Minas Gerais e outros estados apoiadores da cacauicultura precisam conquistar os 513 deputados e os 81 senadores que compoem o parlamento brasileiro. Não nos interessa se eles são de direita, centro ou esquerda, nos interessa é que as portas dos seus gabinetes estejam abertas para o produtor e as sua vozes possam ecoar o nosso grito de socorro”, concluiu Vanuza sinalizando que após o pleito de 02 de outubro os cacauicultores do Brasil terão a grande missão de fiscalizar e cobrar aos deputados e senadores eleitos, ação efetiva para a cadeia produtora do cacau.

Fonte; ANPC

Por Caliana Mesquita

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