O cacau começou a semana em forte alta, mesmo depois de ter atingido o maior valor em 12 anos há uns dez dias, com apoio da oferta mais apertada. Os lotes para setembro, os mais negociados, sobem agora 1,8% em Nova York, a US$ 3.576 a tonelada.
As vendas futuras de cacau da Costa do Marfim, maior player global, de 1º de outubro a 7 de julho caíram 13,3% ou 1,3 milhão de toneladas. Além disso, o regulador de cacau da Costa do Marfim, Le Conseil Cafe Cacao, disse em 18 de julho que a Costa do Marfim não está fazendo mais vendas antecipadas de cacau para entrega em 2023/24.
O relatório do CFTC na última sexta-feira mostrou que os fundos aumentaram suas posições compradas na amêndoa em 3.852 na semana encerrada em 25 de julho, para o maior volume em três anos, de 78.397. Esse forte movimento dos fundos, porém, pode ocasionar correções técnicas em alguns dias.
Em alta mais moderada nesta manhã estão os lotes de café é algodão. Os papéis de arábica para setembro valem US$ 1,6215 a libra-peso, com alta de 0,4%; os da fibra par dezembro sobem 0,56%, a 85,09 centavos de dólar a libra-peso.
As cotações do açúcar, por sua vez, são negativas, com o mercado sentindo a pressão do clima nas origens produtoras, incluindo o Brasil. Os lotes para outubro são negociados a 23,61 centavos de dólar a libra-peso, com perda de 0,52%.
Fonte:Globo Rural


