Após quase dois meses consecutivos de forte desvalorização, o mercado internacional de cacau inicia o novo mês ensaiando um movimento técnico de recuperação.
O comércio justo de cacau e o estímulo à preservação das florestas brasileiras renderam à Nugali Chocolates o Prêmio Expressão Ecologia 2026, um dos mais tradicionais do setor ambiental no país.
No Dia do Agronegócio, celebrado na quarta-feira (25), a Bahia segue como um dos principais produtores agrícolas do Brasil, confirmando a sétima posição da produção nacional de grãos, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) referente ao mês de janeiro, divulgado pelo IBGE.
Na segunda-feira (23/02/2026), representantes do Governo da Bahia participaram, em Brasília, de uma agenda estratégica voltada ao enfrentamento da crise da lavoura cacaueira, um dos setores agrícolas mais relevantes para a economia do estado.
O mercado internacional do cacau segue em forte turbulência e registra uma queda acentuada nos preços nas últimas semanas. Desde o dia 8 de janeiro, a cotação da commodity despencou mais de 50%, saindo de cerca de US$ 6.300 para US$ 2.980, um movimento que tem chamado a atenção de produtores, investidores e analistas do setor.
A Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC) realiza nesta sexta-feira (27), às 9h, uma manifestação no parque industrial de Ilhéus, onde estão localizados as indústrias processadoras de cacau.
Depois de suspender temporariamente a importação de cacau da Costa do Marfim, o governo federal estuda ao menos mais duas ações para atender às demandas da cadeia produtiva brasileira.
Os compradores licenciados de cacau em Gana acumulam dívidas de até US$ 750 milhões junto a bancos locais, segundo a associação que representa o setor.