A Organização Internacional do Cacau (ICCO na sigla inglês) prevê um aumento de 15% na safra de cacau 2024/25 no Brasil com a perspectiva de 210 mil toneladas de amêndoas no novo ciclo.
A Nestlé Índia reportou uma queda de 12% no lucro do primeiro trimestre fiscal, reflexo direto do aumento dos custos com matérias-primas e dos investimentos em expansão de capacidade, que pressionaram as margens operacionais da empresa.
A fabricante suíça de chocolates premium Lindt & Sprüngli (LISN) surpreendeu positivamente o mercado ao elevar sua projeção de crescimento orgânico das vendas para 2025, impulsionada pela forte demanda na Europa, apesar do impacto da alta dos preços do cacau e da desaceleração nos volumes da América do Norte.
O mercado futuro do cacau encerrou a semana passada com forte recuperação, após registrar quedas acentuadas em resposta aos fracos dados de moagem do segundo trimestre.