Porque nem todo o chocolate preto é igual, é preciso saber escolher (e comer)

O chocolate preto faz bem a tantos aspetos da nossa saúde que parece bom demais para ser verdade. Mas nem todo o chocolate preto é igual e também não dá para comer uma tablete inteira sem culpas…

“Atribuo basicamente todo o meu sucesso à grande quantidade de chocolate que consumo. Pessoalmente, sinto que o chocolate de leite nos faz estúpidos… chocolate negro é que é”. Palavra de… Eric Cornel, prémio Nobel da Física em 2001, em declarações à Reuters.

Rico em flavonoides e antioxidantes, várias investigações aos longo dos últimos anos têm provado os vários benefícios do chocolate amargo, que vão desde a saúde cardíaca até mesmo à perda de peso.

Mas não basta ler as letras grandes do rótulo. É preciso ir à lista de ingredientes para garantir que o cacau é mesmo o principal (e, se assim for, estará em primeiro lugar) e ver em que percentagem está presente. Porque numa coisa todos os especialistas concordam: quanto maior a percentagem de cacau, melhor.

Mas mesmo assim, a ordem não é para comer chocolate sem restrições e, como em tudo, o segredo está na moderação. Um estudo de 2015 da London’s Kingston University concluiu que a quantidade diária de chocolate preto não deve ultrapassar 40 gramas, ou cerca de um quadrado e meio, para obter os benefícios sem aumentar de peso. Fonte: Visão

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