O mercado de cacau seguiu com movimentações tímidas nesta semana. Ontem, o contrato de maio oscilou no intervalo entre $10.210 e $10.521 por tonelada, fechando em $10.491.
Na última sexta-feira, 16 de fevereiro, o mercado do cacau apresentou oscilações no contrato de maio, que variou entre $10.255 e $10.715, encerrando o dia a $10.325/ton. Durante a sessão, foram negociados 8.683 contratos, com um volume total de 20.348 contratos.
A Indonésia anunciou uma ambiciosa meta de replantar 120 mil hectares de plantações de óleo de palma de pequenos agricultores e até 10 mil hectares de plantações de cacau e coco ao longo de 2025.
Comerciantes de cacau na Costa do Marfim, maior produtor mundial da commodity, estão enfrentando dificuldades para cumprir contratos de preço fixo com grandes compradores, incluindo a fabricante suíça de chocolate Barry Callebaut.
O Conselho do Cacau de Gana (COCOBOD) refutou publicamente alegações que circulam nas redes sociais de que o governo teria anunciado um aumento no preço do cacau para 70% do valor do mercado global.
Não é só o Brasil: quem também sofreu com as altas temperaturas nos últimos tempos foi a região do oeste da África, responsável por cerca de 70% da produção global de cacau.
A cada ano, a Páscoa se torna ainda mais especial com a união entre Brasil Cacau e Ovomaltine®, uma parceria de sucesso que já conquistou o coração – e o paladar – dos consumidores.
Com a Páscoa se aproximando, a Mondelez entra na disputa pelo coração (e paladar) dos consumidores com um lançamento nostálgico: o Ovo de Páscoa Trakinas.
O brasileiro está comprando mais chocolates. Nos últimos quatro anos, a penetração nos lares brasileiros do doce passou de 85,5% em 2020 para 92,9% em 2024.