No mês passado, aconteceu em Belém, Pará, o Fórum “Agronegócio Responsável na Amazônia”, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio – ABAG, com a participação de autoridades governamentais e representantes de segmentos importantes das principais cadeias produtivas do estado. Dirigentes de instituições que atuam no campo da pesquisa agropecuária, ciência, tecnologia, fomento, meio ambiente, assistência técnica e extensão rural também marcaram presença.
A iniciativa de realização do fórum, além de oportuna, importante e estratégica, abriu espaços à participação dos presentes nos debates decorrentes das palestras, possibilitando ainda o acesso a informações socioeconômicas e agroambientais relevantes sobre grandes cadeias produtivas do Pará – com foco na fruticultura, na pecuária, na palma e no cacau – sedimentando conhecimentos e, sobretudo, materializando a percepção que se tem sobre a expressividade do agronegócio paraense no contexto nacional.
No que diz respeito à cadeia produtiva do cacau, deve-se destacar os posicionamentos convergentes do Diretor Executivo da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Eduardo Bastos; do Diretor Executivo da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho; do Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA), Carlos Fernandes Xavier e do Secretário de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Pará (SEDAP), Giovanni Corrêa Queiroz, que ressaltaram as vantagens comparativas e competitivas da cacauicultura paraense nos cenários nacional e internacional, tendo sido enfatizadas as potencialidades do estado no atendimento das demandas do mercado de cacau, relacionadas ao consumo interno e ao incremento das taxas de exportação do produto.
Na oportunidade, o Diretor Executivo da AIPC apresentou o Plano da entidade voltado para a expansão da produção de cacau do Brasil – enquanto estratégia interinstitucional capaz de superar o déficit existente na produção nacional, com vistas ao atendimento das demandas de matéria prima requeridas pelo parque industrial (moageiro) –, com foco no Pará, cuja produção vem crescendo de forma substancial, já ocupando, pelo segundo ano consecutivo, a posição de maior produtor nacional de cacau.
Foi enfatizada também a importância das ações cooperativas e integradas que vem sendo desenvolvidas em Brasília – junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a outros segmentos importantes da cadeia produtiva do cacau -, tendo sido destacada, neste conjunto de iniciativas, a atuação da Diretoria Geral da Ceplac, através de Juvenal Maynart Cunha, que tem sido incansável nas articulações voltadas para o fortalecimento institucional e nas atividades de captação de recursos internacionais, objetivando o fortalecimento da cacauicultura nacional.
Fonte: Ceplac


