Cacauicultores subjugados e massacrados

 

 A indústria moageira não respeita o produtor de cacau, tampouco tem sensibilidade moral para se constranger em roubar deliberadamente, impondo um deságio desonesto e se aproveitando do despropositado drawback. 

 

Os produtores têm se mobilizado, com reuniões e palestras, que não sensibilizam a indústria, restando claro que, com parcimônia não se mudará essa injustiça, que rouba o suor e a dignidade do agricultor. 

 

A região do cacau foi erguida com trabalho e coragem, portanto, se é para falar sério, há que se declarar guerra ao roubo praticado pela indústria, impedindo navios de descarregar cacau no Porto de Ilhéus, oriundo de trabalho escravo infantil da África e com pragas, para impor prejuízos às indústrias e chamar a atenção da imprensa, governo e autoridades sanitárias. 

 

A história não registra nomes de covardes, assim como bandido só respeita a força, portanto, enquanto o produtor se restringir a reuniões e discursos, a indústria não terá respeito e continuará a roubar, ignorar e tratar cacauicultores como crianças.

 

         O texto expressa exclusivamente a opinião do colunista e é de responsabilidade do autor 

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