Um roteiro por Ilhéus, no sul da Bahia, não pode deixar de lado o cacau, da plantação ao chocolate, assim como os lugares imortalizados pelo escritor baiano Jorge Amado. Não por acaso, quem viaja para Ilhéus de avião desce no Aeroporto de Ilhéus – Jorge Amado, localizado a apenas 3 km do centro histórico da cidade, onde construções centenárias misturam-se a uma boa variedade de lojas e onde vale a pena fazer um roteiro a pé para conhecer algumas das atrações de Ilhéus.
O mais interessante para conhecer em Ilhéus, porém, não está no centro histórico e sim nas fronteiras com a Mata Atlântica que cobre a região: as plantações de cacau, as fazendas e a história do fruto que fez a fama do lugar no mundo – muitas vezes nas palavras de Amado.
Em Gabriela e outros romances, Jorge Amado usou como pano de fundo de suas histórias justamente o período em que o cacauicultura tornou a Princesinha do Sul um lugar rico, dominado por fazendeiros e coronéis que estavam entre os maiores produtores do mundo da matéria-prima do chocolate.
Turismo rural
As fazendas de cacau, que hoje produzem principalmente para adoçar o circuito turístico da região, são passeios imperdíveis para fazer em Ilhéus.
Há roteiros de turismo rural que mostram toda a produção do chocolate, da plantação até deliciosas guloseimas que vão muito além das barras de chocolate tradicionais.
Fábricas de chocolates, lojas com produtos artesanais, plantações de diversas espécies de cacau e todo o processo de secagem das amêndoas – além da história da praga vassoura de bruxa – pontuam diversos roteiros turísticos em Ilhéus.
Não deixe de provar o fruto, seus sabores e aromas. O cacau tem casca grossa, amarela quando madura, e seu recheio são de amargas amêndoas – usadas, depois de um percurso de secagem, para fazer o chocolate – cobertas por uma polpa doce e ácida, que rende bons drinques e sucos.
O cacau faz parte da identidade de Ilhéus. A cacauicultura foi o motor econômico da região e muitas das atrações de Ilhéus giram em torno da história da matéria-prima do chocolate; a cidade foi, por muito tempo, uma das maiores produtoras do mundo.
Porém a economia cacaueira entrou em declínio na década de 1980, assolada pela vassoura de bruxa, um fungo que atacou as folhas das árvores e dizimou as fazendas, ao menos para produção em larga escala.
Se como produto agrícola o cacau perdeu importância, ele tornou-se um dos pilares do turismo em Ilhéus.



0 Comments
Medida acertada.
Parabeniso O Tabuleiro pela sua autenticidade, assim como o povo Ilheense que tem se resguardado e virtude dessa pandemia viral cv-'19. Mas é preciso que independente de qualquer lei devemos está preocupado com nossa proteção e de cada um
Como trabalhar com máscara e luva se não acha em lugar nenhum e quando por milagre acha a facada vem junto e por ser descartável tem que comprar em grande quantidade!
E os ônibus urbano voltaram a rodar.
Saber se para lava jato está liberado
Devemos sim nos resguardar ,isolamento social por nós,pelos nossos e pelos outros,depois que tudo isso passar que possamos refletir mais sobre tudo e principalmente o amor ao próximo
a cidade de ilhéus parece uma cidade fantasma…..ainda mais agora que está tudo parado.
Bom dia! Não obtive resposta se os lava jaftos estão liberados