Em uma propriedade de dois hectares, Tiago e sua esposa, Sara Lima dos Santos, realizam todas as etapas da produção, desde o manejo dos cacaueiros até a fermentação e secagem das amêndoas. Além do cacau, a família também cultiva palmito e guaraná, diversificando a renda da propriedade.
Segundo o produtor, o acesso ao crédito permitiu realizar investimentos no momento adequado do ciclo produtivo, refletindo diretamente no desempenho da lavoura.
A Bahia responde por aproximadamente 70% da produção nacional de cacau e concentra grande parte dos financiamentos destinados à agricultura familiar. Nesse cenário, linhas de crédito como o Pronaf têm contribuído para modernizar as propriedades, ampliar a produtividade e fortalecer a competitividade da cacauicultura.
De acordo com o IBGE, o Brasil ocupa atualmente a sétima posição entre os maiores produtores mundiais de cacau e registrou crescimento de cerca de 9% na produção entre 2020 e 2025, alcançando uma estimativa de 294 mil toneladas de amêndoas.
Para o setor, casos como o de Tiago reforçam a importância do crédito rural como ferramenta para estimular investimentos, elevar a eficiência das pequenas propriedades e fortalecer a produção nacional de cacau.
Fonte: mercadodocacau com informações portaldoagronegocio

