O Espírito Santo ocupa a terceira posição nacional na produção de cacau no Brasil e já conta com 25 fábricas de chocolate. O levantamento que o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) teve acesso foi elaborado pelo cacauicultor de Linhares, Emir de Macedo Gomes Filho.
A produção capixaba vem crescendo não apenas em quantidade, mas principalmente, em qualidade. E o incentivo à produção de amêndoas de qualidade e a abertura de novas fábricas contribuem para o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau no Estado.
“O aprimoramento das amêndoas agrega valor aos produtos que utilizam o cacau como matéria-prima e, consequentemente, melhora a rentabilidade do produtor. Somente com uma amêndoa de qualidade é que se consegue um chocolate de qualidade. A busca pela valorização do produto, pela agregação de valor, é responsável pelo aumento no número de fábricas de chocolate no Estado. O agricultor não quer só vender amêndoa, ele quer chegar ao produto final”, disse Lucas Calazans, extensionista do Incaper e referência capixaba na área de cacauicultura.
Fabricação própria
O empreendedorismo dos cacauicultores do Espírito Santo é outro fator preponderante para o aumento do número de fábricas de chocolates no Estado. Segundo Calazans, as fábricas são, em sua maioria, de agricultores que produzem cacau e fazem seu próprio chocolate.
“As pessoas estão procurando fazer seu próprio chocolate, seja por curiosidade, por paixão, ou pela agregação de valor. Um quilo de amêndoa é vendido por cerca de R$ 10,00. Já um quilo de chocolate de qualidade sai por cerca de R$ 100,00”, acrescentou o extensionista do Incaper.
Porém, apesar de promissor, o mercado oferece diversos desafios. “Existe um gargalo enorme, que é o produtor chegar ao ponto de fazer o chocolate. Não se descobre do dia pra noite: precisa de muito tempo, investimento, curso, dedicação, tentativas e erros até agradar o paladar. Quem faz chocolate hoje passou por uma jornada grande. Outro desafio é vender esse chocolate. Quantas barras de chocolate, quantos quilos, o brasileiro come por ano? Mesmo quem gosta muito de chocolate, não consome tanto assim. Um chocolate mais caro normalmente tem maior teor de cacau, é mais puro, e nem todo mundo compra”, pontuou Calazans.
Novas marcas de chocolate capixaba
1 – Cacau em Cor/Emir Filho/Linhares
2 – Espírito Cacau/Paulo Gonçalves/Serra
3 – Chocolates Espírito Santo/José Manoel/Iconha
4 – Cascatinha/Colatina
5 – Pepê/ Santa Teresa
6 – Chocolates Anchieta/Edson
7 – Perobas Cacau/Soeiro/Linhares
8 – Barcaça/Fernando Buffon/Linhares
9 – Floresta Cacau/Luiz Soresini/Aracruz
10 – Rumas/Licione/Linhares
11 -M anah/Guilherme Resende/Linhares
12 – d’Cacau/Érica Rangel
13 – Ateliê dos Chocolates/Renato/Pedra Azul
14 – Piul Chocolates/Venda Nova
15 – Cacalmenara/Colatina
16 – Ibiraçu Cacau/Lucia/José Nelson
17 – Reinholz Chocolates/Fabiana/Colatina
18 – Faccínio Chocolates/São Gabriel Palha
19 – Santo Cacau/Vitória
20 – Chocolate Ana Bandeira
21 – Familia Ximenes
22 – Lamberti
23 – Rio Doce/Popermayer/Linhares
24 – Cacau Chauã/Miguel Português
25 – Capitão-Redighieri / Renise e Marcos Birchler Redighieri / Santa Teresa
Fonte: Dia a dias ES



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O formato e o destino de cada cidade sempre foram definidos pela sua capacidade em termos de transporte. Nos dias de hoje, isso diz respeito especificamente ao transporte aéreo. Parabéns!!!
Nesse mês de julho 2020, a EMBRAER divulgou sua proposta de nova família de aeronaves. Agora, um Turboélice de 80 a 99 Passageiros! Quase Cem Passageiros!!!
O fato é altamente relevante para projetos de aeroportos no estado da Bahia. Sinaliza claramente que os turboélices regionais que até então, transportando 70 (ATR72-600) a 86 (Dash8-Q400) passageiros, poderão transportar até 99 passageiros para as cidades pequenas e médias.
Como consequência direta, qualquer projeto do aeroporto da cidade já deve ser de uma pista de pouso maior e com alta resistência do piso asfáltico. Não podemos mais projetar, reformar ou construir aeroportos para o hoje. O hoje, já é passado. Nas cidades progressista e com visão clara do modal, os aeroportos regionais estão sendo construídos com Pistas de Pouso MÍNIMAS e BÁSICAS de 1.600 x 30 e resistência do piso para 35 Toneladas ou superior.
O projeto, principalmente da pista de pouso deve sempre prever esse inegável acontecimento da EMBRAER no transporte de até 99 passageiros e as já existentes aeronaves turboélices de 70 e 86 lugares. Pista maior, mais larga, alta resistência do piso e ampla área livre nas cabeceiras e laterais da pista.
A SEINFRA já vem sinalizando que os novos aeroportos do estado estão sendo construídos com pista de pouso maiores como Guanambi 1.700m, Senhor do Bonfim 1.650m ou Vitória da Conquista 2.100m. Parabéns!
Saudações e bons voos,
No meu entender as pistas são muito pequena teria que construir pistas acima de 2000 mil metros no mínimo pista de 1600 metros só pousa atr turboélice se vai gastar para fazer por que não fazer pista maior para pousar boing airbans .